
(estrofe 1) Gosto das palavras que um dia registrei, Das ideias que venceram o esquecimento; Cada página guarda algo que pensei, Um pedaço de mim transformado em pensamento. (estrofe 2) Nos livros, dei às perguntas moradia, E às descobertas, espaço para crescer; Em cada estudo, persegui sabedoria, Tentando compreender melhor o viver. (estrofe 3) Nos poemas, coloquei emoção e memória, Dei voz à esperança, à dúvida e à dor; Transformei experiências em versos e história, Buscando nas palavras algum sentido e calor. (estrofe 4) Escrevi reflexões sobre a mente humana, Sobre a fé, a justiça e a sociedade; Cada pesquisa abriu uma nova janela, Cada pergunta ampliou minha curiosidade. (refrão) GOSTO DO QUE ESCREVI, DO QUE DEIXEI NAS PÁGINAS, DAS IDEIAS QUE GANHARAM VOZ E DIREÇÃO; MINHAS PALAVRAS SÃO MARCAS DA CAMINHADA, FRUTOS DO ESTUDO, DA VIDA E DA REFLEXÃO! (estrofe 5) Há projetos que nasceram de uma inquietação, E outros que amadureceram devagar; Alguns buscaram respostas para uma questão, Outros fizeram novas perguntas despertar. (estrofe 6) Registrei pensamentos que eu não quis perder, Organizei lembranças, conceitos e razões; Escrever me ajudou a rever e aprender, A reconhecer limites, mudanças e convicções. (estrofe 7) Cada texto encontrou seu próprio destino, Alguns foram partilhados, outros ficaram comigo; Nem toda obra precisa alcançar o mundo inteiro, Para ter valor no caminho que sigo. (refrão) GOSTO DO QUE ESCREVI, DO QUE DEIXEI NAS PÁGINAS, DAS IDEIAS QUE GANHARAM VOZ E DIREÇÃO; MINHAS PALAVRAS SÃO MARCAS DA CAMINHADA, FRUTOS DO ESTUDO, DA VIDA E DA REFLEXÃO! (estrofe 8) Se alguém encontrou consolo em algum escrito, Ou uma pergunta que o fez reconsiderar, Já houve entre nós um encontro significativo, Mesmo sem nossas mãos chegarem a se tocar. (estrofe 9) Não penso que meus textos sejam incontestáveis, Nem que cada conclusão precise permanecer; Revisar minhas ideias também é admirável, Pois quem escreve pode continuar a aprender. (estrofe 10) Olho para o que fiz com carinho e gratidão, Sem exigir perfeição de cada criação; O que escrevi registra uma parte de quem sou, E abre espaço para aquilo que ainda não chegou. (ponte) Lamento os momentos em que deixei de escrever, Quando duvidei daquilo que podia oferecer; As vezes em que escondi ideias por insegurança, E silenciei palavras que mereciam esperança. (refrão) GOSTO DO QUE ESCREVI, DO QUE DEIXEI NAS PÁGINAS, DAS IDEIAS QUE GANHARAM VOZ E DIREÇÃO; MINHAS PALAVRAS SÃO MARCAS DA CAMINHADA, FRUTOS DO ESTUDO, DA VIDA E DA REFLEXÃO! (refrão final) AGORA EU ME AMO E ESCOLHO A ALEGRIA PARA VIVER, MESMO QUANDO A TRISTEZA TEM RAZÕES PARA APARECER; HONRO O QUE ESCREVI, SEM PARAR DE IMAGINAR, GOSTO DO QUE JÁ DEI AO MUNDO E DO QUE AINDA VOU CRIAR.

