
[Intro] Yeah, yeah... 🎤 É o ciclo, mano... (O pobre levanta, o rico descansa...) Essa é pra quem sente o peso da balança. [Verso 1] Olha o chão que pisa, é suor que escorre, Trabalho dobrado pro bolso do rico engorde. Na mesa farta deles, o prato vem do gueto, Enquanto o nosso povo briga pelo resto. É mão calejada que constrói o império, Enquanto eles ditam o jogo, frios e sérios. Política suja no topo do esquema, Promessa vazia só alimenta o sistema. [Pré-Refrão] Mas quem serve quem, quando a máscara cai? O rico precisa do pobre, mas nunca admite o pai. Na sombra do ouro, tem lágrima no chão, Desigualdade gritando no coração. [Refrão] Cadeia de poder, eles jogam a moral, Quem manda e quem obedece, o ciclo é fatal. Mas sem o povo, o castelo desaba, A força da favela que mantém a estrada. [Verso 2] Enquanto a gente luta, eles fazem reunião, Decidem nossos rumos em troca de eleição. Votos comprados, a história se repete, A fome continua enquanto a ganância cresce. Mas não somos números, somos vozes no ar, E o som da revolta é difícil de calar. Somos a raiz, a base da estrutura, Sem o pobre no jogo, a riqueza é pura loucura. [Pré-Refrão] Mas quem serve quem, quando a máscara cai? O rico precisa do pobre, mas nunca admite o pai. Na sombra do ouro, tem lágrima no chão, Desigualdade gritando no coração. [Refrão] Cadeia de poder, eles jogam a moral, Quem manda e quem obedece, o ciclo é fatal. Mas sem o povo, o castelo desaba, A força da favela que mantém a estrada. [Ponte] Eles fingem não ver, mas a verdade é clara, Cada tijolo que erguemos, a elite dispara. Mas o grito tá vindo, e não vão segurar, A favela acordou, tá pronta pra lutar. [Refrão Final] Cadeia de poder, eles jogam a moral, Quem manda e quem obedece, o ciclo é fatal. Mas sem o povo, o castelo desaba, A força da favela que mantém a estrada. [Outro] Yeah... a gente carrega tudo nas costas, mano. O sistema é podre, mas o povo é forte. Trap consciente, resistência na voz. (Eles precisam de nós...)

