(uma luz só acesa, o resto é morro) [Dm]Quem só tem uma luz pra acender, [A7]acende com amor, acende com ele[Dm]gância; [Dm]o morro é feito de uma chama repetida com dife[A7]rença. [Refrão] [Dm]A luz do morro não se apaga,[A7] [Dm]cada janela é um coração: [Dm]uma chama de esperança que a noite repete em[A7]outro tom, noutra estação, com outra mão. [Dm]O rico tem um palácio inteiro e não sabe o que fa[A7]zer; [Dm]eu tenho um fósforo e a escuridão e faço o mundo ba[A7]ler. [Refrão] [Dm]A luz do morro não se apaga, cada janela é um coração: uma chama de esperança que a noite repete em outro tom, noutra estação, com outra mão. [Dm]De noite, no morro, a luz é uma que a vista inteira re[A7]trata; [Dm]e o Rio lá embaixo é um brilho que o braço do mar aje[A7]ita e canta. [Refrão] [Dm]A luz do morro não se apaga, cada janela é um coração: uma chama de esperança que a noite repete em outro tom, noutra estação, com outra mão. (final: a chama vacila um instante, depois o acorde resolve) [Dm]E quando essa luz se cansar, [Dm]que me enterrem com ela no [A7]bolso: [Dm]uma chama é pouco, eu sei — [Dm]mas é o bastante pra dizer te [A7]amarei, e dizer de novo, e mais [Dm]uma vez.