[Bm]Hรก um barco negro [F#7]cravado no [Bm]Tejo, [Bm]nรฃo vem, nรฃo vai, nรฃo [F#7]traz quem eu espe[Bm]jo. (voz baixa, quase falada) [Bm]Dizem que o mar tem sete [Gm]vozes, [D]a minha รฉ a oitava: chama o teu [A]nome ร  meia-noite. [Refrรฃo] [Bm]Barco negro, barco [Em]negro, [F#7]onde levaste o meu bem?[Bm] [Bm]Devolva-me o mar o que รฉ [Em]meu, [F#7]ou deixa-me ir tam[Bm]bรฉm. [Bm]A ceia ficou na mesa, a vela acesa, [Bm]o pรฃo endureceu como a minha espe[F#7]ranรงa. [Bm]Passa um ano, passam dois, passa a vida, [Bm]e eu na janela, de mรฃo erguida.[F#7][Bm] [Refrรฃo] [Bm]Barco negro, barco negro, [F#7]onde levaste o meu bem? [Bm]Devolva-me o mar o que รฉ meu, [F#7]ou deixa-me ir tambรฉm. (final: voz solta em lamento, guitarra desce aos prantos) [Bm]Se eu morrer ร  espera, [F#7]enterrem-me no cais, [Bm]para ver ao longe as [F#7]velas, e as velas dos que [Bm]vรฃo e dos que jamais.