a dopamina me alucina anima a alma e tira a calma do meu olhar a dopamina deve ser o sagrado e o mistério jogado em revertério alcança o inalcançável e cai mais pesado que o ar a dopamina me fez ver sem demora o invisível reino de agora que nos prende sem ar viagens pela Matrix coisas que nunca vi mas voltei sem esquecer e pude ainda voltar a matéria e o tempo que se move como o vento sem cessar